Crónicas de uma Leitora: Abril 2019

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Literatura | Novidades da semana de 29 de Abril a 5 Maio

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Nas livrarias a 29 de Abril
   
  
  

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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Literatura | Vencedores do Prémio Livro do Ano Bertrand

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Já são conhecidos os vencedores da 3.ª edição do Prémio Livro do Ano Bertrand, nas 4 categorias: Melhor Livro de Ficção Lusófona; Melhor Livro de Ficção de Autores Estrangeiros, Melhor Reedição de Obras Essenciais e Melhor Livro de Poesia.


A cerimónia teve lugar ontem, Dia Mundial do Livro, ao final da tarde, na livraria mais antiga do Mundo, a Bertrand do Chiado, foi apresentada pela jornalista Inês Fonseca Santos e contou com a presença de Paulo Oliveira, CEO do Grupo Bertrand Círculo, e de ilustres convidados.

A cada uma das obras vencedoras será reservado um lugar de destaque em todas as livrarias Bertrand, em especial ao longo de todo o ano de 2019.

Melhor Livro de Ficção de Autores Estrangeiros
1.o lugar - O Tatuador de Auschwitz, de Heather Morris, da Presença.
Livro mais votado pelos leitores e livreiros.
2.o lugar - A Morte do Comendador I, de Haruki Murakami, da Casa das Letras.
3.o lugar - Os Dez Espelhos de Benjamin Zarco, de Richard Zimler, da Porto Editora.

Melhor Livro de Ficção Lusófona
1.o lugar - A Amante do Governador, de José Rodrigues dos Santos, da Gradiva.
Livro mais votado pelos leitores.
2.o lugar - D. Maria I, de Isabel Stilwell, da Manuscrito.
3.o lugar - Princípio de Karenina, de Afonso Cruz, da Companhia das Letras.
Livro mais votado pelos livreiros.

Melhor Livro de Poesia
1.o lugar - Nómada, de João Luís Barreto Guimarães, da Quetzal.
Livro mais votado pelos leitores e livreiros.
2.o lugar - Obra Poética Obra Poética I, de António Ramos Rosa, da Assírio & Alvim,
3.o lugar - Agon, de Luís Quintais, da Assírio & Alvim.

Melhor Reedição de Obras Essenciais
1.o lugar - A Leste do Paraíso, de John Steinbeck, da Livros do Brasil.
Livro mais votado pelos leitores.
2.o lugar - Dona Flor e os Seus Dois Maridos, de Jorge Amado, da Dom Quixote.
3.o lugar - Odisseia de Homero, de Homero, da Quetzal.

* Fahrenheit 451, de Ray Bradbury (4.o lugar) foi o livro mais votado pelos livreiros.

O prémio, atribuído em quatro categorias, foi anunciado em fevereiro e a escolha foi feita a partir de 149 títulos selecionados, em prosa e poesia, por leitores e livreiros e contou com o valioso contributo dos jornalistas Inês Fonseca Santos e Sérgio Almeida.
Este é o primeiro prémio literário em Portugal atribuído por leitores e livreiros, e desde a sua 1.ª edição, em 2017, que tem vindo a alcançar cada vez mais reconhecimento.
Nesta 3.a edição, a participação dos leitores e livreiros ultrapassou os 22.000 votos, resultado que traduz o grande interesse de quem lida diariamente com livros, em reconhecer publicamente os seus livros e autores preferidos.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Literatura | 'O Silêncio das Águas' de Brittainy C. Cherry | Opinião

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ig: cronicas_de_uma_leitora
Li este livro em dois serões, de forma completamente compulsiva. Depois de me ter sido recomendado imensas vezes, tanto a autora como esta série em especial não perdi a oportunidade de me agarrar a este livro assim que tive essa possibilidade. Não só o livro é maravilhoso como ler a nota de Brittainy C. Cherry no final me deixou um bocadinho ainda mais fã da autora.

Apesar de O Silêncio das Águas fazer parte da série Elements cada livro pode ser lido separadamente não havendo informações perdidas dos anteriores, deste modo a Editorial Presença acabou por optar por publicar o terceiro (espero que nos traga os outros também) o que não deixou de ser uma boa aposta.

Estamos perante um romance que atravessa três fases da vida deste casal, infância, adolescência e idade adulta e passar por todos estes anos acaba por ser fundamental para entendermos quem eles são e como a vida deles se entrelaça. 

Maggie é uma criança cheia de esperanças e sonhos e começamos a ver o seu recomeço juntamente com o seu pai, no seio de uma nova família, a sua nova família. Consequentemente no mesmo instante conhecemos Brooks, melhor amigo do seu novo irmão adoptivo. Quando um acontecimento deixa a pequena Maggie com agorafobia e medo até de falar a sua família acaba por ter de se adaptar, cada um à sua maneira, à sua nova condição.

Algo que é constante e transborda das páginas é o amor que todos sentem uns pelos outros, a união de uma família maravilhosa mesmo com os seus defeitos e problemas. Somos transportados para além deste livro, para uma série de outros livros que Brittainy C. Cherry vai introduzindo começando pela saga Harry Potter e passando por tantos outros livros que percebemos por todo o lado o seu amor (da autora e das personagens) pelas letras.

É difícil para mim escrever uma opinião sem dar nenhum vislumbre do que irá acontecer, acho importante o leitor ir "às cegas" para conseguir apreciar verdadeiramente a leitura, mas se há coisa que é impossível negar é que esta história mexe com todos os nossos sentimentos. Apaixonamo-nos, revoltamo-nos, tememos nas mesmas medidas que Maggie, Brooks, os pais e os irmãos. Adoramos cada um deles, acompanhamos vorazmente as suas vidas torcendo sempre pela sua felicidade.

É um livro maravilhoso que me deixou completamente rendida à narrativa cativante e ao enredo viciante de Brittainy C. Cherry. Uma autora que irei sem dúvida nenhuma seguir.





Exemplar gentilmente cedido para opinião

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Literatura | 'O Guardião' de Sherrilyn Kenyon | Opinião

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Para ler a sinopse, tocar na foto
Quem acompanha o blog, sabe que já não escrevo uma review há um bom tempo, já nem me lembro quando fiz a última, porém O Guardião e principalmente Seth a personagem masculina do livro, merece.

O Guardião, fez-me lembrar os velhos livros da autora, mas principalmente as histórias das duas personagens que mais amo nesta série, Acheron e Zarek. 
Quem já leu esses dois livros, irá compreender o que eu quero dizer.
A formula não mudou, continuamos a ter um casal, que passa por todas as peripécias que conhecemos no mundo da Sherrilyn Kenyon, onde ela nos mostra e sempre mostrou, a crueldade de Deuses, homens, demónios, e seres que ela cria, mas há livros que passam do ponto e nos fazem perguntar... "Por quê tanta crueldade?"
Só me lembro de fazer esta pergunta em outros dois livros, no Acheron e no Dança com o Diabo, algo me diz que no livro Styxx que ainda não foi editado em Portugal, vou voltar a fazer essa mesma pergunta. 
Não que nos outros livros da autora, também não haja uma boa parcela de violência e crueldade, mas neste 3 livros vai para além disso, de tal forma que me fazia querer entrar no livro, pegar neles ao colo e dizer que há mais do que aquilo que eles viveram. Resumo, fazer o que as personagens femininas fizeram, mostraram que há a palavra AMOR, e que eles são merecedores de sentir e serem amados. Por isso ter gostado tanto deste livro.

Perguntam se desenvolveu a história principal, se obtemos respostas às centenas de perguntas que fazemos, não, não nos são respondidas, é nos dada mais informação do que respostas e ainda nos abre mais a curiosidade sobre Jaden e quem ele protege, porém vale a pena ler, pela superação do Seth, por ele.
Bem! Lydia também é uma personagem boa, mas o Seth... 

Leiam este livro, claro se acompanharem a série, porque ele vale a pena e esta frase não era dita por mim no que se refere à Sherrilyn Kenyon, há muito tempo.

Agora é ler o seguinte, que parece-me que não é tão 5* como este, esperar pelo do Styxx e "rezar" para que a Saída de Emergência, não tenha a triste ideia que dividir esse livro em dois, algo tão "corriqueiro" na editora! 

Boas leituras.


Literatura | Novidades da semana de 15 a 21 de Abril

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Nas livrarias a 15 de Abril
   
   

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quinta-feira, 11 de abril de 2019

Literatura | 'A Gaiola de Ouro' de Camilla Lackberg | Opinião

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Brutal! Absolutamente brutal. Ao longo de 400 páginas somos apresentados a Faye e acompanhamos a sua vida em duas acções temporais, um passado recente e os seus primeiros anos em Estocolmo. Vamos tendo também alguns vislumbres da sua infância e adolescência.

Quando conhecemos Faye, é-nos mostrada uma mulher fraca, dependente, sedenta de atenção do seu marido Jack. Algo que não conseguimos entender quando a conhecemos nos primeiros tempos em Estocolmo, uma mulher inteligente, forte, decidida, lutadora. Perguntamo-nos amiúde como é que se deu esta transformação, para onde foi esta mulher linda e empoderada que deu lugar a outra fraca e que endeusa o marido.

No decorrer da narrativa vamos percebendo a manipulação, violência psicológica e a pressão que anos de convivência em comum vão transformando personagens tão interessantes em pessoas odiosas ou apagadas. Estamos perante um thriller psicológico onde cada acção tem uma consequência e que acaba por mexer bastante com o leitor que avidamente quer descobrir mais sobre um enredo que nos suga para dentro da história e que não nos deixa parar de ler.

Uma Gaiola de Ouro é, para mim, uma clara referência ao estilo de vida não só de Faye mas de outras mulheres que como ela, dependem financeiramente dos maridos vivendo uma vida de luxo mas imposta consoante as vontades dos homens, referência também a machismo e misoginia.

A força com que Faye se empenha na sua vingança vemos resurgir a vivacidade que esta tinha quando era mais nova. Adorei ver a relação desta com a melhor amiga Chris que foi de longe uma das minhas personagens favoritas ao longo de todo o livro.

Esta foi a minha grande estreia com Camilla Läckberg e adorei, sei que a autora tem uma série com uma vertente mais policial mas acho que peguei no livro certo, um stand-alone fenomenal, com um enredo viciante e uma narrativa que me fez ficar acordada até tarde para terminar a leitura.




Exemplar gentilmente cedido para opinião

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Literatura Infantil | 'A menina que queria salvar os livros' | Opinião

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Com maravilhosas ilustrações de Lisa Aisato 'A menina que queria salvar os livros' conta-nos a história de Anna, uma criança com medo de crescer e envelhecer. A criança, ávida leitora e frequentadora da biblioteca é uma apaixonada por livros e tem na bibliotecária uma amiga e companheira de leituras. Quando a pequena soube que os livros que ninguém queria ler teriam de ser destruídos decidiu que tinha de os salvar. E é assim que Anna se vê em mãos com um exemplar de A Floresta Encantada, que para sua consternação não tem fim, fazendo uma verdadeira revolução na sua cidade para tentar descobrir o autor e o final da história.


É maravilhoso, o livro dentro do livro, o salvamento das histórias que já ninguém quer ler, o poder da união de uma cidade e o que uma criança consegue fazer transformando a opinião pública e salvando não só esta mas muitas outras histórias. Klaus Hagerup não escreveu um livro só para crianças mas um livro para ser lido em família.

É fácil um leitor se identificar com a pequena protagonista e com o seu amor aos livros e às palavras, é fácil identificarmo-nos com o desejo de salvar os livros e contactar com autores, fazendo perguntas sobre os nossos livros favoritos.

Foi uma leitura deliciosa que fez fãs cá em casa, a minha filha aponta-o já como o seu livro favorito e sei que nunca se irá esquecer desta história e da Anna pois tendo a idade da protagonista sente juntamente com ela como é se sentir maravilhada com as palavras.

As ilustrações que acompanham a leitura são absolutamente fabulosas, de uma beleza única e que enriquecem as páginas. Adorei!





Exemplar gentilmente cedido para opinião

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Literatura | Novidades da semana de 8 a 14 de Abril

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Nas livrarias a 9 de Abril
   
  

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